17.7.13

Cavaleiro andante

Picture by Elena Dudina
 
 
 
Agora que sei da janela do teu quarto,
não estranhes, se, como o sol que te ilumina o rosto,
nela entrar com o meu cavalo alado.

Gritarei ao teu nome de branco vestido.

Esperas-me assim, imaculada,
rumo a uma mão cheia de nada.

Promete ser coisa breve,
as paisagens que tenho para te mostrar,
algo entre o fim dos tempos, e mais além…



Carlos Roberto

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